quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Homofobia

Conceito e preconceito.

A expressão homofobia e sua legítima significação têm sido alvo de muitos debates entre os estudiosos do assunto. Trata-se de um neologismo formado por dois radicais gregos (homo=igual + phobia=medo). A sua origem tem como marco inicial o ano de 1971, quando foi cunhado pelo psicólogo norte-americano George Weinberg em seu livro "Society and the Healthy Homosexual".
Com o passar dos tempos, o termo homofobia, criado para significar tão somente medo, aversão e ódio à pessoa homossexual, passou a significar, mais modernamente, quaisquer atos de discriminação contra o homossexual ou contra a homossexualidade.
a complexidade do fenômeno da homofobia que compreende desde as conhecidas “piadas” para ridicularizar até ações como violência e assassinato. A homofobia implica ainda numa visão patológica da homossexualidade, submetida a olhares clínicos, terapias e tentativas de “cura”.
A questão não se resume aos indivíduos homossexuais, ou seja, a homofobia compreende também questões da esfera pública, como a luta por direitos. Muitos comportamentos homofóbicos surgem justamente do medo da equivalência de direitos entre homo e heterossexuais, uma vez que isso significa, de certa maneira, o desaparecimento da hierarquia sexual estabelecida, como discutimos.


 Lutas e manifestos.

O dia 17 de maio é comemorado como o Dia Internacional Contra Homofobia (ódio, agressão, violência, discriminação e até morte de pessoas LGBT).
Igualdade de direitos. Fim da discriminação. Fim da violência. Cidadania plena. Reconhecimento. Respeito. Essas são as reivindicações deles.
Exigem a aprovação imediata do PLC 122 que punirá na forma da Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero no âmbito nacional. Exigem também Leis Estaduais e Municipais de proteção pessoas LGBT contra a discriminação, coerção e violência sofrida por nossa população.


Legislações e direitos.

Diante de espantoso número, não é difícil compreender o silêncio do legislador, que se nega a aprovar leis que atendam à população de lésbicas, gays, travestis e transexuais. A resistência em aprovar qualquer proposta de emenda constitucional ou projeto de lei que assegure direitos e resguarde as uniões homoafetivas é para lá de injustificável, a evidenciar postura discriminatória e preconceituosa. 
Porem o reconhecimento legal e judicial de direitos LGBT no Brasil tem avançado. Se por um lado a homossexualidade não é considerada crime desde 1830,1nas últimas décadas tem-se avançado na igualdade de direitos entre casais homossexuais e heterossexuais, além do combate à discriminação. Entre as reivindicações quanto a direitos LGBT, pode-se citar o reconhecimento das uniões homossexuais, conquista de direitos previdenciários, combate à discriminação, adoção e reconhecimento jurídico da mudança de sexo. As decisões judiciais têm avançado bastante no reconhecimento de direitos, enquanto a legislação tem encontrado resistência para avançar.
                  
                                          

Conclusão.

A agressão pela falta de conhecimento, não se trata de uma doença.
Homossexualidade, não homossexualismo, pois “ismo” é doença, não existe um remédio e pronto, gosto do sexo oposto, pessoas nascem assim e não ninguém capaz de mudar isso.


Isadora Souza nº21
Gabrielle Bastos nº18
Beatriz Veiga nº04
Larissa Martins nº29
                                                                               
                                                                                 Fontes: http://www.geledes.org.br

                                                                                 http://www.grupodignidade.org.br

Saúde Coletiva

O objeto de investigação e práticas da Saúde Coletiva compreende as seguintes dimensões:

 O Estado de saúde da população ou condições de saúde de grupos populacionais específicos e tendências gerais do ponto de vista epidemiológico, demográfico, sócio-econômico e cultural.

 Os Serviços de saúde, enquanto instituições de diferentes níveis de complexidade (do posto de saúde ao hospital especializado), abrangendo o estudo do processo de trabalho em saúde, a formulação e implementação de políticas de saúde, bem como a avaliação de planos, programas e tecnologia utilizada na atenção à saúde;

 O Saber sobre a saúde, incluindo investigações históricas, sociológicas, antropológicas e epistemológicas sobre a produção de conhecimentos neste campo e sobre as relações entre o saber "científico" e as concepções e práticas populares de saúde, influenciadas pelas tradições, crenças e cultura de modo geral. 

Everton,25
Diego,10
João vitor,25
Jenifer,23
Lucas ribeiro, 34
Thiago, 43
Vinicius,45

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Sexualidade na Atualidade


 Antes de tudo, é necessário se ter uma noção básica do que seja sexualidade. Nos dicionários pode se encontrar que sexualidade é a qualidade do que é sexual volúpia (mini dicionário Silveira Bueno, FTD).

     Mas qual será o conceito das pessoas sobre sexualidade? Muitos vêem a sexualidade como apenas o ato sexual, se “esquecendo” de valores éticos e morais, e que serve apenas para a reprodução, perpetuação da espécie.

     É notório, nos dias de hoje uma desvalorização e banalização em se tratando da sexualidade. Pessoas não se valorizam se “entregam” sem mesmo conhecer o parceiro sexual, a conhecida transa de fim de festa, onde “rola” aquele clima e para satisfazer um prazer momentâneo, transam. Mas até que ponto isso é positivo? O problema se torna mais agravante quando surge uma gravidez indesejada, uma DST ou até mesmo uma difamação de um para com o outro.

     Programas educacionais são lançados em meios de comunicação e escolas através de palestras, para salientar esses “problemas”, só que muitos jovens vêem isso como “besteira”. Não se importando, não pensam nas conseqüências, acham que por serem jovens jamais irão acontecer com eles. Além de que, acreditam que esses avisos são proibições, que a sociedade quer apenas impedir a felicidade alheia, vendo esses programas de alerta como um desafio a ser vencido.

     É necessário se ter uma visão mais critica da realidade, sabendo agir nos momentos mais tentadores, onde o id tenta de todas as formas vencer o ego e o superego, se equilibrando e vivendo de uma forma realista com as dificuldades e os instintos humanos, valorizando-se e dando um valor merecido a sexualidade.

     Pois sexualidade não é apenas o ato em si, e sim todas as relações humanas, desde o olhar, o falar e o agir, sem restrição de raça, religião, idade. Sexualidade está presente em todas as fases da vida.


(Texto Retirado de um blog na web.)

Lucas Otavio,33
Guilherme Paixão,20
Bianca Fonseca,05
Luis Carlos,35
Kemilly,28

Envelhecimento no Brasil




"Respeitar o idoso é respeitar a si mesmo”, termo muito conhecido, mas que não é valorizado nem colocado em prática. No Brasil, o descaso, o preconceito, a dificuldade no acesso a serviços primários são os principais fatores que causam sofrimento naqueles que rumam a uma nova fase da vida: a terceira idade.
Hoje, temos 18 milhões de pessoas com mais de 60 anos, que representa 10% da população, mas a expectativa é que até 2025 teremos mais de 30 milhões, segundo a Organização Mundial de Saúde.
Este aumento exacerbado no número da população adulta acima de 60 anos é reflexo da baixa natalidade e da evolução na esperança de vida que, atualmente, atinge a média de 68,6. Cerca de 2,5 anos a mais do que nos anos 90.
Para especialistas em gerontologia, participar de atividades e incluir o idoso ativamente na sociedade por meio de contato com amigos e familiares contribui significativamente para elevar a auto-estima.
“Nós temos três tipos de envelhecimento: psicológico, biológico e social. Para termos um envelhecimento saudável temos que cultivar amigos, ter prazer no que fazemos, sorrir, amar, se gostar e nunca se anular”, acredita Cristina Fogaça, presidente da Aufati.

Julia Cristina
Stephanie Ketlen

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Tema do Trabalho de História

A palavra homofobia significa a repulsa ou o preconceito contra a homossexualidade e/ou o homossexual. Esse termo teria sido utilizado pela primeira vez nos Estados Unidos em meados dos anos 70 e, a partir dos anos 90, teria sido difundido ao redor do mundo.  A palavra fobia denomina uma espécie de “medo irracional”, e o fato de ter sido empregada nesse sentido é motivo de discussão ainda entre alguns teóricos com relação ao emprego do termo. Assim, entende-se que não se deve resumir o conceito a esse significado.
Podemos entender a homofobia, assim como as outras formas de preconceito, como uma atitude de colocar a outra pessoa, no caso, o homossexual, na condição de inferioridade, de anormalidade, baseada no domínio da lógica heteronormativa, ou seja, da heterossexualidade como padrão, norma. A homofobia é a expressão do que podemos chamar de hierarquização das sexualidades. Todavia, deve-se compreender a legitimidade da forma homossexual de expressão da sexualidade humana.
No decorrer da história, inúmeras denominações foram usadas para identificar a homossexualidade, refletindo o caráter preconceituoso das sociedades que cunharam determinados termos, como: pecado mortal, perversão sexual, aberração.
Outro componente da homofobia é a projeção. Para a psicologia, a projeção é um mecanismo de defesa dos seres humanos, que coloca tudo aquilo que ameaça o ser humano como sendo algo externo a ele. Assim, o mal é sempre algo que está fora do sujeito e ainda, diferente daqueles com os quais se identifica. Por exemplo, por muitos anos, acreditou-se que a AIDS era uma doença que contaminava exclusivamente homossexuais. Dessa forma, o “aidético” era aquele que tinha relações homossexuais. Assim, as pessoas podiam se sentir protegidas, uma vez que o mal da AIDS não chegaria até elas (heterossexuais). A questão da AIDS é pouco discutida, mantendo confusões como essa em vigor e sustentando ideias infundadas. Algumas pesquisas apontam ainda para o medo que o homofóbico tem de se sentir atraído por alguém do mesmo sexo. Nesse sentido, o desejo é projetado para fora e rejeitado, a partir de ações homofóbicas.
 Assim, podemos entender a complexidade do fenômeno da homofobia que compreende desde as conhecidas “piadas” para ridicularizar até ações como violência e assassinato. A homofobia implica ainda numa visão patológica da homossexualidade, submetida a olhares clínicos, terapias e tentativas de “cura”.
A questão não se resume aos indivíduos homossexuais, ou seja, a homofobia compreende também questões da esfera pública, como a luta por direitos. Muitos comportamentos homofóbicos surgem justamente do medo da equivalência de direitos entre homo e heterossexuais, uma vez que isso significa, de certa maneira, o desaparecimento da hierarquia sexual estabelecida, como discutimos.
Podemos entender então que a homofobia compreende duas dimensões fundamentais: de um lado a questão afetiva, de uma rejeição ao homossexual; de outro, a dimensão cultural que destaca a questão cognitiva, onde o objeto do preconceito é a homossexualidade como fenômeno, e não o homossexual enquanto indivíduo.
Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a legalidade da união estável entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. A decisão retomou discussões acerca dos direitos da homossexualidade, além de colocar a questão da homofobia em pauta.
Apesar das conquistas no campo dos direitos, a homossexualidade ainda enfrenta preconceitos. O reconhecimento legal da união homoafetiva não foi capaz de acabar com a homofobia, nem protegeu inúmeros homossexuais de serem rechaçados, muitas vezes de forma violenta.

Lucas Otavio,33
Bianca Fonseca,05
Kemilly,28
Guilherme Paixão,20
Luis Carlos,35